quinta-feira, 29 de julho de 2010

C.
Ironias, beijos, risos, álcool, botecos, razão social?
Bem, bem, nenhuma.

Estou salva pelo cheiro de Folhas de Pimenta na blusa preta.
Ninguém reclama aqui!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Pra você, nada.

É tão irônico que chega a ser trágico.
Não aceita o meu, mas manda e aceita os dos/para os outros.
Do mesmo jeito, da mesma forma. Sem mudar. Sem mexer.
Be ok. Voltamos a estaca zero.
- 17 pontos pra você!
É uma pena. Eu estava gostando tanto de ...
Sim, estava; Não estou mais.
E agora? A RIVER.
Não é igual? Pois bem, será igual ao meu agora.
Ao que eu sempre faço. Ao que eu sempre sinto.
Assim, sem se importar. Assim sem querer. Assim, assim.

domingo, 25 de julho de 2010

A pior parte é essa.

C. a river.

sábado, 24 de julho de 2010

A oportunidade para colocar um ponto final nas questões que tanto lhe incomodam surgirá. Não a desperdice “tendo pena” dos outros. Faça o que deve ser feito e assim evitará dores maiores, não apenas para si, como também para os outros. Nesse momento, quando mais você se preocupar em ter uma imagem boazinha, pior será para todos.


Por que raios esse horóscopo só me diz essas coisas? Oo
Tolices. Aff!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

You're my sunshine, my only sunshine. Well, little girl you make me happy when my skies are grey. How much I love you and I don't want you to take my sunshine away.


à mowmow♥

segunda-feira, 19 de julho de 2010

L.

A mim ensinou-me tudo.
Ensinou-me a olhar para as coisas.

L, Pessoa ♥

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Quadrilha

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou pra tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

C.

Sucumbindo de raiva!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Asas leves cansadas de voar...

E a minha boca tem uns beijos mudos...
E as minhas mãos, uns pálidos veludos.

sábado, 3 de julho de 2010

Com lento amor olhava os dispersos
Tons da tarde. A ela comprazia
Perder-se na complexa melodia
Ou na curiosa vida dos versos.
Não o rubro elemental mas os cinzentos
Fiaram seu destino delicado,
Feito a discriminar e exercitado
Na vacilação e nos matizes.
Sem se atrever a andar neste perplexo
Labirinto, olhava lá de fora
As formas, o tumulto e a carreira,
Como aquela outra dama do espelho.
Deuses que habitam para lá do rogo
Abandonaram-na a esse tigre, o Fogo.


Com lento amor,
Jorge Luis Borges.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Often


A pé a fé devagar
Foge o destino do azar
Que restou ♫