O amor é uma agonia
Vem de noite, vai de dia
É uma alegria
E de repente
Uma vontade de chorar.
(...)
Cuidado, benzinho
Não beba demais
Se guarde para mim
A ausência é um sofrimento
E se tiver um momento
Me escreva um carinho.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Hoje eu me peguei relendo meu diário. Parece tolo, mas consigo recordar nomes de supermercados, fuscas verdes, quantidade de Heineken comprada aquela tarde, a beleza dos parques que já visitei, batidas (irônicas) de carro que me fizeram perder tempo no trânsito, os deliciosos cafés que já provei (inclui-se o que eu mesma preparei! Quer a receita? Café + Baunilha + Leite integral + Chocolate/ "Ficou O-T-E-M-O"), os olhares cruzados que troquei, o frio intenso, o calor intenso... enfim, o que quis dizer naquele momento e talvez preferi esconder. Decidi lê-lo por ter escutado o que me deixou imersa em mim por horas "Se fosse para esquecer não teríamos memória. Tropeçaria. Caía. Limpava o joelho. Levantava. E depois? Tropeçaria. Caía. Limpava..."
Faz falta escrever todo dia. Faz.
domingo, 12 de setembro de 2010
Nesta fase, seu magnetismo sexual fica mais forte, as pessoas lhe notarão mais. Que tal aproveitar pra dar aquele trato no visual, dar um tempo pros pudores e se exibir um pouquinho? Que tal fazer um divertido passeio com o intuito de lazer? Surpresas muito positivas podem advir se você resolver mudar um pouquinho a sua rotina: que tal ir a lugares onde você não costuma ir? É muito provável que você venha a fazer novas e importantes amizades por estes dias, se ousar sair da rotina.
Humrum. Senta lá, personare.
sábado, 21 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Mas sabe o melhor?
Enfim eu encontrei alguém que me faz bem.
Ri. Rir. Sorrir.
Meus olhos se preenchem de felicidade ao vê-la, eu até tento esconder, sabe? Pra ela não se sentir toda. Mas logo vaza e ela percebe o quão bom é estar ao seu lado. E eu também deixo que isso aconteça por saber que é bom ser amada, é bom haver reciprocidade. A verdade é que não consigo fazer algo além de pensar em seu sorriso e estender isso pelo dia, devagarzinho mesmo; Meio que como ele se abre, aos pouquinhos, estampando seus lábios.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Tá aí a resposta.
Sabe o que eu receio?
Que tudo seja em vão.
Cartas, declarações e todo esse blá blá blá de paixonite.
Uma hora é isso noutra é lá.
Independente de Itálico e negrito,
É tão forte e me deixa mal pensar nessas coisas.
Daí vem todo mundo e pergunta: - Por que tu não se apega?
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