sexta-feira, 16 de abril de 2010

De quando em vez, alguém me rouba de mim.

Eu te quero sem contenção, sem ter que esperar. Te quero porquê te quero, oras! Melhor estado de graça há? Nem ouses dar-se pouco, assim não quererei. Te quero por desejo, aquele ávido, febril, que faz arrepiar a curvinha da barriga e aquecer entre as pernas. Lança-me teu olhar de querer mais a mim, nele encontro a sublime ânsia de puxar teus cabelos e te fazer minha. Só quero a nossa música no rádio. A sua. A minha. Sussurros, enlace, os beijos e tudo mais que quiser dar. Hei de perder-me em ti, eu sei!