sexta-feira, 30 de abril de 2010

I know.

''Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.''

quarta-feira, 28 de abril de 2010

''Fugas mentais ocupam os pensamentos
E se torna incapaz de ocupar a si mesmo
TVs, zines, jornais, químicas num intento
Bloquear os canais
Domesticar seus anseios''

terça-feira, 27 de abril de 2010

Why waste my breath?

Por que insistir se tudo vai se perder? Ou já está perdido? Nem eu sei. Por que tentar se sabemos não ser um caso sério. Isso, um caso. Poderia ser qualquer pessoa, mas eu escolhi usar você por saber que seria recíproco, uma espécia de brincadeirinha no escuro ao claro. Atrás dos devaneios, entre edifícios dessa cidade imunda, estamos tentando acrescentar fermento a um bolo de baunilha que já está solando. As minhas ruínas não permitem. Talvez por Clarice. Talvez por você tentar sempre sê-la ou por você nem ao menos tentar parecer com ela. Nada de sorrisos bonitinhos. Não. O que você quer? Diga.

sábado, 24 de abril de 2010

Um plano pra juntar você e eu.

E eu não sei se fazias referência a mim, mas conto-te em segredo. Num segredo público e que opondo-se ao sentido desta palavra ao dicionário, não pretendo fazê-lo mas gostei de chamá-la assim. Eu fiz um plano. Fiz um pra mim, um pra ti e um pra nós duas. Fiz um pro nosso parque de diversões, pras nossas tardes à beira da praia, pros nomes que daremos aos cachorros que fazem xixi nas plantas do jardim, alí, perto da cerquinha branca. Fiz por querer-te em meus braços quando deito à noite e dilacero-me com a amargura da ausência sua. Fiz pra você ficar comigo e ninguém mais. Fiz pra você fazer por mim e nada mais.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Quando ela insiste em beijar seu travesseiro, eu me viro do avesso.

E o que fazer quando o primeiro abraço dado não foi suficiente? O sorriso esboçado e o fato do outro querer ser abraçado fazem levantar esse questionamento. O que fazer quando diamantes cravejados em seu sorriso não inundam de sedução o olhar da outra pessoa? O que fazer quando o seu calor não é necessário para acompanhá-la no quarto e esta prefere a solidão? O que fazer quando tentar mostrar cores destonteantes do bom e velho cinza vira uma mera situação passional e não é pertinente a você pintar suas paredes com tinta fresca? O que fazer quando ela pensa aparentar que é tudo verdade? Para mim, sustentável em areial. E para que saiba, menina, eu guardo ainda o meu melhor sorriso, aquele estonteante, feliz.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Quando meu coração de pedra vira carne.

Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

De quando em vez, alguém me rouba de mim.

Eu te quero sem contenção, sem ter que esperar. Te quero porquê te quero, oras! Melhor estado de graça há? Nem ouses dar-se pouco, assim não quererei. Te quero por desejo, aquele ávido, febril, que faz arrepiar a curvinha da barriga e aquecer entre as pernas. Lança-me teu olhar de querer mais a mim, nele encontro a sublime ânsia de puxar teus cabelos e te fazer minha. Só quero a nossa música no rádio. A sua. A minha. Sussurros, enlace, os beijos e tudo mais que quiser dar. Hei de perder-me em ti, eu sei!